COMENTÁRIOS

Meu caro confrade: você, como visionário da mais refinada prosa, faz outra fantástica incursão na sua já vitoriosa caminhada iniciática trazendo à luz o seu novo rebento: “Vivenciando a Maçonaria”. Com certeza, as sensações que fizeram compulsar a beleza da magia da iniciação, permeou, por instante, deixando um luzeiro em nosso templo interior com muitos candelabros, conduzindo-nos, sem fatigar, como se estivéssemos conversando com um irmão de igual para igual, sem distinção de loja, potência, grau ou hierarquia.
Com essa celebração espontânea e desinteressada, altiva e eficaz, o nosso querido e inexcedível irmão nos remete a inimaginável venda com foco em um só espelho em seu prosema, fazendo e transformando todos os elementos iniciáticos como se foram saltimbancos de muitos andares e alegres cantares.
Como a doçura da cana-de-açúcar em seus engenhos primitivos, permite-nos trocar a taça da amargura pelo cálice do mais saboroso néctar da fraternidade.
Como um livre pensador, debruça-se ao pé da acácia, decifra com propriedade a essência do próprio mistério, sem, contudo, revelar a pureza da sua origem. E aí reside o mistério.
Constrói seu edifício histórico com muita fé, esperança e caridade, não abdicando do seu avental de aprendiz, sabendo o que importa é o compasso e o esquadro que guarda intimamente no imenso peito.
Jorge Vicente, nessa dulcíssima viagem, você se encontra despojado de todos os metais, calçando tão-somente suas singelas alpercatas e luvas brancas, na busca da perfeita união entre os homens.
O que posso revelar como se fora um código ou palavra semestral, Irmão Jorge Vicente, é a autenticidade, a pureza de detalhes nessa prosa consubstanciada tão justa e tão perfeita.
Obra contagiante de muito pólen ao alcance do seu estro em permanente floração. Com certeza o brilho da lua e do sol que habitam a sua oficina íntima, hoje deve estar parindo um imenso arco-íris de muitas luzes e finos matizes e com plena convicção lambuzando-se de muita de muita prata e ouro visando ao resgate da vida envolta em linho púrpura a quem chamamos docilmente de fraternidade.
Da minha parte, depois dessa fantástica viagem iniciática, recomendo que nenhuma palavra sagrada deva ser desvendada depois da leitura de sua obra, tão-somente pela magnitude do seu conteúdo. Nas entrelinhas deixo registrado o orgulho de chamá-lo de meu fraterno irmão e desejá-lo, como de sempre, pleno êxito editorial.
Obrigado, como de sempre, pela fidalga distinção.

EDSON OLIVEIRA DOS SANTOS
Secretário Geral da Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciências e Artes.

Niterói/RJ, 16/07/2007 – XV PAN RIO

 

Será sempre repetida uma experiência feliz. E o nosso Irmão JORGE VICENTE, com suas obras já editadas, abriu o caminho para esta nova “pérola” que traçará o roteiro da jornada para o aprendiz, pois é uma fonte inesgotável de conhecimento.
Com o surgimento dessa obra, cairão muitos véus que embaçam a visão de muitos homens e cairão com maior leveza se for através do conhecimento, do amor e de boas experiências.
Baseado em rica coletânea de pensamentos e crônicas ilustrativas, o livro leva-nos a refletir sobre nossas dificuldades e dúvidas, gerando, invariavelmente, a descoberta de soluções que estamos buscando. Isso vem comprovar que a solução de difíceis problemas é como uma porta que se abre por dentro do ser humano, ou seja, já existia, bastante que algo a trouxesse à tona.
O livro VIVENCIANDO A MAÇONARIA é sem dúvida, uma importante contribuição àqueles que buscam uma mensagem de esperança e alternativas para continuar trilhando os tortuosos caminhos da Maçonaria, onde a cada decisão nos vemos à frente com nosso destino.
Parabéns ao querido e estimado Irmão Jorge Vicente, que conseguiu transformar o desejo de muitos em uma obra rica de reflexões, objetivos e com brilho próprio para iluminar os caminhos de todos nós.
Acredito na forma da palavra. Acredito no apelo que as experiências acumuladas provocam no coração dos que as acolhem.
Crônica, histórias, sempre foram a forma mais simples e ao mesmo tempo mais profunda de ensinamentos. Sempre fiquei encantado pelas duas vertentes que contém, por uma parte, a sua clareza e, pela outra, os segredos que encerram nas entrelinhas, que somente os que realmente estão buscando algo conseguem perceber.
Podemos lembrar Agostinho de Hipona que nos trouxe: “Tarde encontrei verdade, sempre nova e sempre amiga. Tarde te encontrei. Procurei em todos os lugares e tu estavas no mais íntimo do meu íntimo”.
O próprio autor parece nos dizer que este livro é uma conversa com um velho amigo, que transcende suas expectativas e julgamentos está mostrando perfeitamente o que pode fazer para quem dele se apaixonar com a vontade de encontrar uma luz para seu caminhar.
A proposta desse livro é ajudar-nos a fazer esta maravilhosa aventura de conhecermos-nos, de buscar, dentro de nós e na convivência harmoniosa com a Maçonaria, com outros seres humanos e com o Outro Absoluto, no sentido totalizando, uma motivação desencadeadora de alegria, um entusiasmo que inebrie toda a nossa existência e a daqueles que conosco convivem.
Precisamos saber ouvir os caminhos já trilhados anteriormente e que estão abertos, desde que o saibamos reconhecer. Entregamos mais este livro, aguardando que os frutos que hão de ser colhidos sejam abundantes, sabemos com segurança.
Agradeço o convite do grande amigo e irmão JORGE VICENTE, para conhecer “VIVENCIANDO A MAÇONARIA”, que com certeza será ótimo companheiro na grande jornada que percorremos e que, desejamos, seja justa, solidária e feliz para todos. Este é sem dúvida alguma, um livro que vale a pena ter sempre à mão.
A Maçonaria é como um caminho e, como todo caminho, exige caminhante. O convite não exclui ninguém!


Bom caminho Obreiros da Arte Real.

Tomaz Luiz Naves
Grão-Mestre Ad Vitam da G.*.L.*.M.*.M.*.G.*.

 

Mesmo pertencendo à mesma Escola Literária, é natural que determinado grupo de escritores tenha estilos diferentes, entre eles.
Por falar em estilo diferente, estamos diante de um exemplo interessantíssimo. O estilo utilizado pelo nosso Jorge Vicente, no seu mais novo trabalho intitulado “Vivenciando a Maçonaria – Crônicas”, deveria fazer escola. Senão vejamos: no meu entender, essa coletânea tem tudo mais de “Tempos de Estudos”, ou “Peças de Arquitetura”, que Crônicas. Quando você, meu amigo leitor, começar a viajar através dos 33 títulos que compõem esse trabalho, passando pela Taça da Amargura, Cadeia de União, O Chanceler, etc., vai deparar com um estilo diferente de abordagem de temas de estudos, aos quais poucas Oficinas dedicam a atenção que eles merecem. Mais ainda, eu ousaria dizer que o estilo de linguagem, composto por um quadro de palavras bem leve e divertido, vai ajudar-nos a aprender e reciclar, ao mesmo tempo, coisas, que no dia-a-dia da Loja, passam ao largo de uma necessária análise, pela sua sinceridade.
Façam uma instrutiva e divertida viagem pelas deliciosas páginas desse agradável livro de nosso Irmão Jorge Vicente.

Amintas de Araújo Xavier
Grão-Mestre
G.*.O.*.E.*.M.*.G.*. -  G.*.O.*.B.*.


Ao receber o livro REFLEXÕES MAÇÔNICAS, solicitei alguns dias para lê-lo e tecer comentários. Mas não seriam necessários. Ao iniciar a leitura não pude parar, até concluí-la, as páginas deslizavam como as folhas das árvores no outono, caindo uma após outra numa seqüência constante, embaladas por uma brisa suave e tranqüila, como o raciocínio e a criatividade do Autor.
Cada nova página conquistada reacende um sentimento de admiração pela obra e de orgulho por ser aceito como Irmão pelo Autor.
São “causos”, como diria o homem do interior, que demonstram a sagacidade e a atenção constante no cotidiano, comum a ele, e desenvolvida pelo Autor em sua longa vivência maçônica, dentro e fora de nossas Lojas.
Cada capítulo nos faz lembrar a figura e o comportamento de vários Irmãos que conhecemos no decorrer de nossa vida maçônica, são imagens guardadas no recôndito de nossa memória, que afloram estimuladas pelo relato do Autor.
Rimos, pensamos, entristecemos, sentimos um misto de sensações comuns as grandes obras as grandes obras que nos fazem pensar e sentir, pensar sobre a nossa maravilhosa Ordem e sentir o prazer que somente os iniciados são capazes de desfrutar. Podemos observar a riqueza cultural de nossa Ordem, e o quanto ela é eclética e universal, cada caso apresenta uma riqueza de detalhes, que formam o grande enredo dessa instituição Secular, que justamente por essa imensa variedade de formas e costumes, vem se mantendo durante séculos.
Ao Autor só nos resta uma palavra. Obrigado! Pela possibilidade que nos deu de conhecermos mais nossa Ordem, através de pequenos detalhes que nos passam despercebidos no dia-a-dia, mas que o Autor soube captar e descrever de forma magistral nos relatos desse cotidiano. Agradecer também, pela confiança e certeza que nos traz da credibilidade e da admiração que nossa Ordem possui no Mundo Civil, são pequenos detalhes captados pelo Autor, que demonstram o quanto as pessoas acreditam em nossa Ordem e nos Maçons, talvez mais que alguns Maçons.
E acima de tudo, agradecer-lhe por toda a dedicação e afinco com que vem, em todos os anos, se dedicando ao crescimento e fortalecimento de nossa sacrossanta Instituição. Por mais que queiramos, não existem palavras para externar o nosso sentimento pelo Autor e sua Obra, mas buscamos em nossa Ordem palavras, e encerramos com aquelas que, para os Maçons, representam o máximo almejado por todos: que o Grande Arquiteto do Universo, símbolo fecundo da Paz, da Harmonia e da Concórdia, continue lhe dando a Sabedoria daquele Grande Mestre e guardando os seus passos por longos dias.

Comentários de Eduardo Gomes de Souza
Grão-Mestre do G\O\E\R\J\

 

Recebemos honroso convite do jovem Maçom Jorge Vicente para que prefaciássemos o seu mais recente livro “Reflexões Maçônicas – Crônicas”, onde relata e documenta para a posteridade fatos e acontecimentos do cotidiano, ocorridos no interior das nossas Lojas ou nas Reuniões Públicas da Comunidade Maçônica, mostrando para Maçons e não-Maçons, enfim, para quantos reverenciam e amam este grandioso País, como pensam, sentem, agem, sofrem e procedem aos maçons, no sonho utópico de tornar o mundo melhor e mais feliz toda a humanidade.
Jorge Vicente, de tradicional estirpe das Ribeiras de Iguaba Grande, onde nasceu, é escritor, poeta, membro prestigiado da Comunidade Acadêmica Niteroiense, educador dos mais respeitados de sua geração, Integrante do quadro da Augusta, Respeitável, Fidelíssima e Grande Benemérita Loja Maçônica Evolução nº 2, de tão caras tradições na cidade sorriso de Niterói.
Reflexões Maçônicas se acha constituído de trinta e cinco crônicas que merecem ser lidas, refletidas e avaliado o conteúdo de cada uma delas, como ensinamento cívico, lição de vida pragmática dos princípios doutrinários universalmente pregados e defendidos pela Ordem Maçônica.
Na verdade, a Maçonaria é uma escola iniciática que transmite os seus ensinamentos através de uma didática própria, que se manifesta por meio de emblemas, símbolos, parábolas e alegorias.
Dizia Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.) que “não se estuda para escola, mas para vida”. Parafraseando Sêneca, poder-ser-ia também afirmar que Jorge Vicente como educador e Maçom, não escreve apenas para seus alunos e admiradores de seu perfil intelectual, mas para toda a comunidade de maçons e não-maçons, a que transmite valiosos conhecimentos plenos de muita sabedoria.
Na crônica “O Funeral”, descreve o autor o perfil humano de um homem simples e humilde, de um pequeno lugarejo do interior, mas um verdadeiro amante da Arte Real, dotado de postura retilínea, caráter irretocável e grandeza moral, tendo o seu funeral deixado a população da pequena aldeia perplexa com o número de pessoas e veículos que se fizeram presentes. O relato é tão emocionante e retrata tão bem o predomínio do ser sobre o ter. É um texto para ser lido e relido, pois se trata de um deleite para os leitores.
A Crônica comprova a beleza maior deste trabalho de Jorge Vicente. Nele o monólogo cansativo e vulgar cede espaço ao diálogo nobre, criativo e esclarecedor, transformando fatos comuns numa fonte inesgotável de sabedoria para todos os mortais da sociedade moderna globalizada, em que os valores mais significativos são postergados, como decorrência de uma subversão onde o mau exemplo dos governantes sem ética, coloca o vício no lugar da virtude; o mal no lugar do bem; o ter predominando sobre o ser; e a corrupção como uma moléstia edêmica, epidêmica, sistêmica e contagiosa, comprometendo negativamente quase toda a humanidade. Que a Suprema Consciência Universal, o deus existente na fé professada por cada um dos leitores deste “Reflexões Maçônicas - Crônicas”, possa iluminar o nosso Jorge Vicente, para que ele continue escrevendo a serviço bem, até na defesa patriótica e intransigente da Amazônia brasileira e pelo crescimento e progresso ético e moral da sociedade brasileira.
Recomendamos Reflexões Maçônicas por exemplos, em todas as crônicas, não apenas para nós maçons, mas a todos que estão ansiosos com o aprendizado de vida e de amor.

Comentários de Waldemar Zveiter
Grão-Mestre do G\L\M\E\R\J\